Vagas Reservadas

13/12/2009 por Bia
Mogi passou recentemente por um processo de modernização das vagas rotativas, da chamada “Zona Azul”, com a implantação de parquímetros. E com essa modernização foram demarcadas as vagas reservadas para atender às pessoas com algum tipo de deficiência.

Porém, como todos sabem, a questão das vagas reservadas tem várias questões que precisam ser pensadas. E principalmente fiscalizadas.

Para que não sabe, tem o direito de usar as vagas reservadas as pessoas com algum tipo de deficiência física ou quem transportará a pessoa deficiente (caso ela não possa dirigir), e para isso, utilizam, não somente o adesivo, mas principalmente um cartão que era feito o cadastro e era no âmbito municipal e agora, para evitar problemas quando visitas à outras cidades, será nacional.

Mas infelizmente isso não é respeitado.

O que vemos pela rua é o total desrespeito. Carros oficiais, de serviços e pessoas que sempre falam que vão ali “rapidinho”. Isso me causa uma tremenda indignação.

Fiz tempos atrás, para o Blog do meu querido amigo Jairo Marques, o “Assim Como Você”, uma multa moral, para ver se, com o “susto” essas pessoas adquirem alguma consciência a respeito. Muito difícil, mas não custa tentar, né?

Multa Moral

Porém, além da questão da conscientização, temos outro grande problema, a questão física e de implantação. Se rodarmos pela cidade, veremos que, muitas vagas reservadas não têm as rampas de acesso à calçada. Nem na faixa adicional e nem próximo à elas. Um absurdo. A vaga está lá, mas como o cadeirante conseguirá acessar à calçada com segurança???

Vaga demarcada e sem rampa de acesso à calçada.

O problema das ruas centrais de Mogi são as calçadas também estreitas, que inviabiliza a implantação das rampas tradicionais. Isso quando não fazem rampas que dão medo de tão medonhas.

Exemplo de algumas das "rampas" encontradas pelo centro da cidade.

Mas existe uma solução muito interessante e utilizada pela prefeitura de São Paulo (imagens retiradas do livro Mobilidade Acessível da Cidade de São Paulo), que acredito seria a solução ideal para essas calçadas muito estreitas da cidade. Vejamos:

Perspectiva da solução para calçadas estreitas.

 

Dimensões para a implantação da rampa de acesso.

Solução simples e objetiva.

Movimento SuperAção – SP 2009

07/12/2009 por Bia

Sábado estive lá. No meio daquele povo que sabe o que quer. E quer agora.

Faixa: Incluindo Diferenças - Em Defesa dos Direitos Humanos

 Sorrisos, amizade, carinho, objetivos.

Eu e o Jairo Marques

 Foi legal ver as reações do povo que não entendia o que estava acontecendo… daonde surgiu tantos cadeirantes??? O que esse povo está querendo???

Galera do blog "Assim Como Você"

Escutamos barbaridades das pessoas que não compreendem que o direito de ir e vir abrange TODOS os cidadãos… mas observamos também, a admiração de pessoas que “não sabiam” que existiam tantos deficientes assim… aonde será que eles ficam o tempo todo???

Na rua, rumo ao nosso objetivo!!!

E é por isso que a Passeata é importante… eles precisam sair, mostrar que existem e que querem o seu lugar de direito na vida em sociedade… aos que apoiam, é preciso “engrossar” o coro… mas aos poucos, tenho certeza, esse direito será cumprido…

Cadeirantes e Andantes, TODOS usufruindo o mesmo espaço!!!

Agora, só o ano que vem…

“Informativo Imóveis”

28/11/2009 por Bia

Hoje é o lançamento do Jornal “Informativo Imóveis“, um jornal especializado no segmento que circulará em todo Alto Tietê, de forma quinzenal.

Nessa 1ª edição, traz além de ótimas matérias, uma entrevista comigo, sobre reformas conscientes – Na Medida.

Confiram lá!!!

Passeata “Movimento Superação”

28/11/2009 por Bia

No próximo dia 05 de dezembro, ocorrerá em São Paulo, a edição 2009 da Passeata “Movimento Superação“.

A Passeata ocorre todos os anos – também no Rio de Janeiro e na Argentina – e tem como maior objetivo chamar a atenção das pessoas, para a questão da Acessibilidade e Inclusão das Pessoas com Deficiência no dia-a-dia das cidades.

Folder de Divulgação

Passeata Movimento Superação

Data: 05 de dezembro

Horário: À partir das 10hs

Local: Praça Dom José Gaspar até a Praça do Patriarca – Centro de São Paulo

Mapa do Percurso

Simbora??? Eu vou e você???

Superação

05/11/2009 por Bia

Essa semana foi uma daquelas que fugiu completamente do controle.

No último dia 24 teve o maravilhoso encontro do blog “Assim Como Você” .

Tinha tantas coisas para escrever a respeito, que mesmo não se referindo exclusivamente à Mogi, sempre oferece para aqueles que participam dessa família, muito mais do que as nossas lutas com relação à acessibilidade. Apresenta histórias de pessoas maravilhosas, que não se desanimam frente às dificuldades e sempre com sorrisos encantadores nos rostos. E todas as histórias, embora nunca seja possível conversar com todos, como gostaria, sempre mexem muito comigo. Tocam lá no fundo, sabe? Mexe com meus medos, minhas angústias, minhas reclamações infundadas, enfim, todas as minhas “deficiências” internas. Vão aos poucos me moldando em uma pessoa melhor.

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Jairo (jornalista responsável pelo blog "Assim Como Você") e eu

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Parte da família do "Assim Como Você"

Esse texto é só para extravasar essas sensações ambíguas que sinto… para não enlouquecer.  Sofri um acidente feio de carro, aqui em Mogi, na terça passada. Caminhão parado em curva e não sinalizado. Eu estava encoberta por uma van de vidros pintados. Muitos carros, ao contrário do que acontece todos os dias, impediam o fluxo normal. Sempre é uma fração de segundos. Decisões que, pensadas friamente, não entendemos como podemos tomá-las. Quando a van conseguiu, no susto, desviar do caminhão, quase batendo em outro carro, a única coisa que tinha certeza é que não conseguiria desviar. E tomei a atitude que achei – e acertei – que não machucaria ninguém. Não tinha como mudar para a outra pista, porque tinha outro carro. Só joguei o carro para o lado do passageiro – estava sozinha – bati, rodei e outro carro ainda bateu depois. Na hora só pedi proteção a Deus, e sei que ele me escutou. Acabei com a frente do carro, mas graças a Deus nem eu e nem ninguém se machucou.

Passado o susto, o choro, as dores, o que fica sempre, são os pensamentos. Desde então, minha cabeça não pára um segundo… nem meu coração se aquieta. Sei que tudo é recente e preciso de tempo para voltar ao “normal”. Mas ainda é tudo muito estranho. Dirigir inclusive. Só quem viveu um acidente sabe do que estou falando. Parece que a qualquer momento, tudo se repetirá. É um desespero. Ainda mais que, com de 11 anos de carta, nunca tinha batido o carro, nunca tinha tomado uma multa. Sempre me gabei de ser uma excelente motorista. Uma pilota como sempre falei. Talvez, esse foi o meu único problema. Acreditar demais em mim. Achar que estava acima de qualquer coisa, inclusive, de erros de terceiros. E dos meus próprios erros.

Escrevo isso só para falar que esse meu momento é de superação. E agradecida… muito agradecida a Deus por me proteger. Como sempre.

Aos amigos, obrigada pela preocupação e pelo carinho.

Cidades Antigas podem ser acessíveis???

15/10/2009 por Bia

Quando se fala em adaptação de cidades antigas, como o caso de Mogi, surgem vários questionamentos, se é viável, se é possível, se é aconselhável, enfim… para todas as alternativas a resposta é SIM.

É claro, que sempre, é necessário o bom senso em relação às adaptações.

Não tenho dúvidas que, se alguma política pública por parte das administrações municipais tivessem sido rigorosas com nossas construções antigas, Mogi seria uma cidade super atrativa em turismo voltado para estudos de Arquitetura. Mas infelizmente vimos, por anos e anos, a degradação dos nossos casarões, demolição, depredação, descaso total. Hoje restam poucos exemplares. Muitos acham bobeira preservar essas construções antigas, porque o novo é que tomar seu lugar. Apenas acho que, os casarões fazem parte da identidade de uma cidade.

É impossível querer que uma cidade antiga seja 100% acessível. A menos que ela seja totalmente demolida, a perfeição nunca será atingida. Mas pode-se fazer o mínimo, para que, o acesso e o transitar das pessoas sejam menos problemáticos.

Ruas e passeios estreitos, poluição visual, desníveis. Urbanisticamente esses são os principais problemas. Mas com medidas corretas, mesmo sem conseguirmos o passeio ideal, podemos melhorá-las diminuindo tais conflitos: tirar as placas que obstruem a passagem, suspendendo-as, priorizar os equipamentos urbanos – postes, lixeiras, vegetação, telefones públicos, etc – de um único lado, deixando a outra para o livre acesso de pessoas, além é claro, da implantação de rampas em pontos corretos e com inclinação adequada e piso táteis.

Com relação às edificações, e considerando sempre, a obrigatoriedade da lei para imóveis comerciais e de uso público, a legislação especifica sobre Patrimônios, tem vários itens que oferecem flexibilidade nas reformas desses imóveis (que estejam dentro do raio de abrangência do tombamento). E porque não incluir a acessibilidade nesses itens???

Se esse imóvel foi escolhido para oferecer algo para o público, logo, é necessária a adaptação. E de uma maneira geral, a dificuldade maior, são os desníveis em relação à rua, uma vez que a grande parte dos casarões, como eram as construções da época, possuem ambientes amplos com grandes vãos. E esse desnível pode ser resolvido, na maioria das vezes, através de rampas.

Existe uma infinidade de possibilidades para tais adaptações no mercado, mas mesmo assim, ainda é necessária a mudança da visão das pessoas em relação aos “equipamentos” de acessibilidade. Não tem que questionar se são bonitos ou não. Simplesmente são necessários.

Não podemos privar as pessoas que tenham alguma deficiência e/ou mobilidade reduzida de exercer seu poder de compra, de obter informações, de enriquecer os conhecimentos através da cultura.

É permitir o simples direito de ir e vir.

Entrevista

15/10/2009 por Bia

Deem uma conferida na entrevista concedida ao jornalista Marlon Maciel, do blog “Na Peneira” sobre acessibildade em Mogi das Cruzes.

“As pessoas preferem ignorar os deficientes. É mais fácil” 

Confiram, prestigiem e comentem!!!

Só na base do “favorzinho”???

22/09/2009 por Bia

Por que somos condicionados a pensar que as coisas só podem mudar na base do “favorzinho” ou dos poderes políticos??? Só porque, hoje, as coisas, em sua grande maioria, assim funcionam??? Onde está o empenho de cada pessoa em fazer algo, para que tudo possa, um dia, mudar ao invés de só reclamar???

Falo isso, porque, conversando sobre o meu trabalho de adaptação da prefeitura, me falaram que eu posso desistir, porque impossível para mim – uma cidadã qualquer e simplesmente uma arquiteta – conseguir algo junto à prefeitura… só se eu fosse filiada à algum partido, só se eu tivesse algum “poder” de negociação… enfim… por que???

Eu sei que é difícil, que não é porque tenho um projeto pronto, sendo necessárias apenas algumas adaptações (do ano passado para esse, algumas mudanças foram realizadas no prédio da prefeitura), que de cara as pessoas comprarão meu projeto… mas quero tentar e correr atrás até o fim, até me falarem, desiste, não tem como… mas enquanto isso, quero tentar sim… sem me filiar a algum partido, sem recorrer a algum outro meio ou pessoas para que possa o projeto possa se viabilizar… paralelamente a isso, estou me empenhando no que posso junto ao Conselho e a Comissão de Acessibilidade para que, várias áreas e segmentos da nossa cidade sejam englobadas, e que, de fato, a cidade de um modo geral possa “abrir os olhos”…

Eu acredito que a atual administração, está realmente pensando nas questões da acessibilidade. Seja nas atuais intervenções urbanísticas no centro velho – o lugar mais complicado, a meu ver, pela falta de área plena de intervenção – seja por exigência – correta – nos projetos novos ou pela implantação da Coordenadoria das Pessoas com Deficiência, de alguma forma, mesmo que aos poucos, o primeiro passo foi dado.

Eu acredito que, se finalmente, todas as histórias até hoje contadas sobre a adaptação do prédio da prefeitura, fosse finalmente pensada com mais atenção, além de garantir o livre acesso à TODOS os cidadãos mogianos, seria uma forma concreta, e um fator muito importante para a mudança de pensamento e um exemplo claro de que a acessibilidade nos espaços públicos não é somente atendimento à lei, mas sim, o exercício claro da cidadania.

O fato é: a lei já expirou faz tempo, e TODOS os espaços públicos precisarão ser adaptados. Se vai ser de imediato, ou, a pequeno, médio ou longo prazo, não importa, é necessário pensar sobre o assunto e tentar viabilizar recursos para tais adaptações. O que precisa se fazer é, simplesmente, começar.

Sem o começo não terá o final.

A negação da realidade

10/09/2009 por Bia

Sempre ouvimos, em todas as áreas da sociedade, que a educação é a base de uma nação desenvolvida.

E realmente é… somente com educação, as pessoas terão acesso aos mais diversos assuntos, tonando-as conscientes com seus deveres e direitos, e principalmente, aprendendo a conviver, com respeito e em comunidade. Embora seja um absurdo, estando nós, no século XXI, com toda a facilidade que temos de se obter informações, vermos pessoas que julgam estar desinformadas, fazendo suas próprias regras de convivência, e nisso, colocam como direito só o que se auto beneficia… os outros são só os outros… exemplos disso, vemos diariamente: mães com “crianças” de três anos no “colo” usando a fila preferencial, vagas reservadas sendo usadas só por alguns minutinhos, os assentos preferenciais ocupados por “sonolentos” passageiros… e por ai vai…

Assim, a conscientização é o processo de fazer com que a comunidade conheça seus direitos e deveres, e para todos os segmentos é de extrema importância.

E é isso que as minorias precisam fazer, para se fazer ouvir, partindo do ponto de que temos um sistema educacional falho. Campanhas, palestras, ações direcionadas, para que o motivo “desinformação” não possa mais ser alegado para o descumprimento das leis. Outro ponto chave é a ação do poder público em se fazer cumprir a legislação, ou seja, medidas concretas que punam as pessoas que ainda se fazem de desentendidas. Só quando existe a possibilidade de uma “multa” é que as pessoas fazem força para entender e cumprir o que lhe é exigido.

Com relação à acessibilidade, é necessário que o tema possa ser incluído, com a devida atenção, na grade curricular das faculdades de arquitetura, que sejam feitas parcerias com associações municipais de arquitetos e engenheiros, para que os profissionais que já atuam, possam se atualizar através de palestras e cursos de capacitação, e, passem a se preocupar com o assunto e através dos jornais e revistas locais para conscientização da comunidade em geral, para que cada um, informado, possa ser um agente fiscalizador.

Assim, através da educação, é que, nesse processo que é lento, chegaremos a um resultado, mesmo que à longo prazo. A chave é a conscientização coletiva.

As mudanças virão gradativamente.

Cobrar agora, para que as novas construções sejam realmente executadas corretamente, e, aos poucos, ir adaptando o que foi feito em épocas em que não se pensava em acessibilidade. Tudo isso, aliado à uma população consciente de seus direitos e deveres, teremos, com certeza, cidades que propiciem o livre acesso dos cidadãos, sem barreiras arquitetônicas, e, principalmente, sem barreiras morais.

Os “desinformados” não terão mais como negar a realidade, que está ai… e só eles, não querem ver.

Utopia x Realidade???

04/09/2009 por Bia

Será que um dia conseguiremos co-habitar em um mundo melhor para todos??? Onde o respeito e o direito, de todos os cidadãos, andem juntos, sem se atropelarem por qualquer outro motivo externo???

Será???

Só a conscientização da população conseguirá fazer esse trabalho, ou, o problema está nas pessoas que, egoístas, só pensam nos próprios problemas e os dos outros… para que se preocupar???

Digo isso, porque, na última reunião do Conselho, falando sobre as ações da Comissão de Acessibilidade, chegamos ao tema: como ainda é possível que, mesmo sendo exigida a aplicação total da legislação específica para a aprovação/regularização de edifícios comerciais e/ou públicos (além das intervenções urbanísticas), ainda vemos construções e/ou reformas atuais sem acessibilidade???

O problema é de quem???

É do proprietário, que muitas vezes contrata um profissional só para ter o alvará, mas não se importa nem um pouco com o projeto que deveria seguir???

O problema é do fiscal, que “leigo” na legislação específica, deixa “passar” detalhes importantes???

É do profissional contratado, que deveria fiscalizar a obra com maior empenho???

Ou são de terceiros que, como em todos os lugares, e, com o “jeitinho brasileiro” de ser, sempre tenta arrumar “outros recursos” para viabilizar as obras irregulares???

Eu sinceramente não sei… só sei que tudo isso é uma cadeia de ações e reações que se torna uma “bola de neve”… mas, na verdade, cada um tem sua parcela de culpa.

O proprietário, por não ter uma real visão de negócios, e, achando que está “economizando” nos “detalhes projetuais, na realidade, terá prejuízos por não contemplar essa parcela de pessoas que tem poder aquisitivo e que procuram justamente lugares que os tratem com o devido respeito, ou seja, como comprador. E só. Sem qualquer outro rótulo.

O fiscal, talvez, também, por não ter uma capacitação específica…

O profissional, na maioria das vezes, por não ser devidamente respeitado, mas também, alguns, por não se importar com a qualidade dos serviços prestados, e sim, na quantidade “alcançada”.

E agora, me pergunto se, com a aprovação da Lei do Contorno para TODOS os projetos, tudo isso não se tornará um caos??? Se hoje, com o detalhamento do projeto não se consegue garantir a acessibilidade integral, quem dirá não tendo esse detalhamento??? Quem conseguirá fiscalizar e garantir esse direito??? Eu me preocupo em garantir e atender TODAS as legislações, não só as de acessibilidade, em meus projetos… mas e os profissionais que não o faz??? Qual será o futuro da nossa cidade que vem crescendo como está??? Nebuloso??? Não sei…

Sei que tudo isso, é muito mais grave e muito mais complexo do que se pode imaginar… só quem está no meio disso tudo, sabe que não é tão simples como queremos e desejamos… eu acredito ainda, que tudo, infelizmente, em nossa sociedade, só funciona quando o assunto, a obrigatoriedade e o “respeito” a alguma legislação, atinge o “bolso”…

Mas ainda prefiro acreditar que, as pessoas entenderão que todas essas questões não deveriam ser discutidas e sim, simplesmente aplicadas… que os novos profissionais serão mais atenciosos e competentes, e, que, independente de qualquer coisa, se cumprirá as leis…

E o mais importante… que futuramente, nossa realidade seja a utopia hoje inalcançável…