Porém, como todos sabem, a questão das vagas reservadas tem várias questões que precisam ser pensadas. E principalmente fiscalizadas.
Para que não sabe, tem o direito de usar as vagas reservadas as pessoas com algum tipo de deficiência física ou quem transportará a pessoa deficiente (caso ela não possa dirigir), e para isso, utilizam, não somente o adesivo, mas principalmente um cartão que era feito o cadastro e era no âmbito municipal e agora, para evitar problemas quando visitas à outras cidades, será nacional.
Mas infelizmente isso não é respeitado.
O que vemos pela rua é o total desrespeito. Carros oficiais, de serviços e pessoas que sempre falam que vão ali “rapidinho”. Isso me causa uma tremenda indignação.
Fiz tempos atrás, para o Blog do meu querido amigo Jairo Marques, o “Assim Como Você”, uma multa moral, para ver se, com o “susto” essas pessoas adquirem alguma consciência a respeito. Muito difícil, mas não custa tentar, né?
Porém, além da questão da conscientização, temos outro grande problema, a questão física e de implantação. Se rodarmos pela cidade, veremos que, muitas vagas reservadas não têm as rampas de acesso à calçada. Nem na faixa adicional e nem próximo à elas. Um absurdo. A vaga está lá, mas como o cadeirante conseguirá acessar à calçada com segurança???
O problema das ruas centrais de Mogi são as calçadas também estreitas, que inviabiliza a implantação das rampas tradicionais. Isso quando não fazem rampas que dão medo de tão medonhas.
Mas existe uma solução muito interessante e utilizada pela prefeitura de São Paulo (imagens retiradas do livro Mobilidade Acessível da Cidade de São Paulo), que acredito seria a solução ideal para essas calçadas muito estreitas da cidade. Vejamos:
Solução simples e objetiva.













